Eu cheguei em casa e joguei minhas coisas em cima da primeira cadeira que vi, me joguei nos teus braços e esperei tudo passar. Sentindo o cheiro da tua pele, respirando junto com o calor do seu pescoço... Eu sorri de canto por estar ali e naquele momento nada me importava. Eu nem sabia se realmente existia alguma coisa e se existia, eu quis que ela desaparecesse... Eu só não queria sair dali. Eu queria passar a eternidade naqueles braços, com meus olhos molhados encostados no teu peito e teu sorriso bonito confortando a minha alma. Como eu queria ficar ali tempo suficiente para enxugar meus olhos e sorrir tão bonito quanto você. Como eu queria.
Suas mãos tocavam as minhas costas e a minha pele seguia sua rotina num arrepio delicado por cima dos ossos. Eu senti meu corpo mais leve e eu aprendi que era daquele jeito que as pessoas deveriam sorrir, daquele jeito de verdade. Daquela forma verdadeira. Eu entendi qual é o ponto de amor que faz você não precisar de mais nada.
Eu só precisava daquele abraço, de você. Eu sei que não preciso de mais nada... Eu sei que eu te amo, porque é você quem eu quero amar.
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