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Mostrando postagens de 2018

A claustrofobia de estar vivo.

Respire, se você ousar. Lute, se você puder. Essas duas frases deveriam ser o "Bem vindo ao mundo" adotado por todos os lugares. O sentido da vida é tipo a nossa chave de casa, que estamos constantemente perdendo e achando em cada dia. E tem dias que é tão difícil de achar que você até procura o telefone de um chaveiro, só pra descobrir que deixou-a escondida dentro da outra bolsa. E tem dias que ela não foge, que ela está sempre onde você deixou - como deveria ser. Eu fico divagando as vezes sobre a irregularidade em que as coisas acontecem. Tá todo mundo vivendo por aí, um pé atrás do outro, uma atividade de cada vez... Mesmo todo mundo sabendo que tudo pode acontecer amanhã. E tentam vender essa premissa como uma vantagem, porque aparentemente a gente não saber se o amanhã vai chegar daqui a cinco minutos ou a cem anos deveria nos fazer sãos, cautelosos, capazes de manter vidas estáveis. Se você me perguntar? Isso é uma maneira baixa de jogar com todo mundo pra mante...

You just have to ask.

“When she first started coming in, before they met, we had a little game. She would try anything we served. She was adventurous. Fearless. When she'd gone through the menu, I would challenge the chefs to come up with something new. It became… she became, my favorite part of the week. Then one night, she came in with him. She felt like this was a safe place for a first date. That ring on her finger… The night he proposed to her, I placed it in the creme brulé for her to find. I watched her say yes from the kitchen window… And they never stopped coming in. But now he orders for her, same thing every time. For 15 years, I've watched their conversations grow shorter and shorter… Until now, all they do is eat. She has no children. If he dies, she'll be She'll be all alone. She's so afraid, I can see. And all I want to do is take her hand in mine and tell her she'll be all right. She'll never have to be alone, if she doesn't want to be.” “- Is Is Emile ...

O pedaço que falta: a coragem

Parece mais fácil culpar os outros. Culpar a minha "necessidade de agradar os outros". Sendo sincera, eu arriscaria dizer que eu não tenho essa necessidade. A verdade é que eu sempre fiz o que eu quis, sem ligar muito pro que qualquer outra pessoa teria a dizer ou pensar. Talvez eu tenha raiva dos meus limites. Meus limites são as quatro paredes do quarto no qual eu me sinto trancada. A verdade é que eu poderia ter a chave da porta, estar solteira, ser órfã, ser rica... E, just maybe , eu continuaria trancada no meu quarto de limites. Todos os dias eu procuro pessoas pra entrar no comigo no quarto, com uma marreta nas mãos e derrubar todo o meu quarto abaixo. Mas, cada vez que alguém chega perto ou cada vez que alguém se oferece pra comprar a marreta e me dar de presente, eu percebo que o mérito, de alguma forma, seria mais dessa pessoa do que meu. Se eu for quebrar as paredes, preciso fazer isso por mim mesma. " I can deal my own desasters" (Meryl Streep) ...