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Mostrando postagens de março, 2015

Esse ano (e os próximos).

Quanto mais o tempo passa, maior se torna a sua relatividade. Quando faltavam dois anos para chegar no 3º ano, o tal ano do vestibular, eu nem sequer havia me dado conta desse fato tal qual está descrito aqui. Eu sabia-o, mas não havia importância. Costumava ser simples assim. Viver intensamente o dia de hoje e deixar que o futuro viesse, lidar com os problemas só depois deles baterem com o pé na soleira da porta. Hoje eu me vejo contando, em meio à minha hiperventilação, que falta um ano e oito meses para eu decidir "o que fazer com a minha vida" - em termos profissionais, porque em termos gerais, já é pra eu estar decidindo agora - melhor dizendo, eu já deveria saber. Creio eu. Na verdade, eu não era uma pessoa que contava muito o tempo. Eu não usava relógio, eu não olhava o telefone, eu não pensava no que eu ia fazer com a minha vida daqui a um ano e oito meses. E - talvez, essa jornada de autoconhecimento intensiva tenha tornado lidar com todas essas decisões muito mais ...