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Mostrando postagens de janeiro, 2009

Meu universo paralelo

Eu já não sei mais quem culpar, eu já não sei se eu to inventando. Eu estou pulando de um precipício e o meu único medo é de não haver música e palavras por lá. Eu estou cortando os vínculos ao pouco, me afastando do carinho, dos abraços e dos beijos. Me deixando cada vez mais sozinha e me negando cada vez ao amor. Eu cheguei num ponto onde nenhum eu te amo é mais verdadeiro, eu perdi a capacidade de amar, eu sinto que eu estou morrendo por dentro e que tudo que existe perto da morte, é mentira, é forçado. Eu vejo as pessoas me deixando... sozinha. Mas a culpa é minha, foi eu que pedi, eu sou a culpada, eu estou errada. Eu leio livros até às quatro da manhã, durmo até meio dia, me tranco no quarto e fico a tarde na internet até que me obriguem a sair e então eu vejo TV e leio mais. Eu perdi o contato com o mundo e a capacidade de amar as vozes. Eu me sinto bem em estar sozinha, comer o que eu quero, fazer o que eu quero, sem pedir licença e desculpas a ninguém, eu estou construindo um...

Meu universo paralelo

Eu já não sei mais quem culpar, eu já não sei se eu to inventando. Eu estou pulando de um precipício e o meu único medo é de não haver música e palavras por lá. Eu estou cortando os vínculos ao pouco, me afastando do carinho, dos abraços e dos beijos. Me deixando cada vez mais sozinha e me negando cada vez ao amor. Eu cheguei num ponto onde nenhum eu te amo é mais verdadeiro, eu perdi a capacidade de amar, eu sinto que eu estou morrendo por dentro e que tudo que existe perto da morte, é mentira, é forçado. Eu vejo as pessoas me deixando... sozinha. Mas a culpa é minha, foi eu que pedi, eu sou a culpada, eu estou errada. Eu leio livros até às quatro da manhã, durmo até meio dia, me tranco no quarto e fico a tarde na internet até que me obriguem a sair e então eu vejo TV e leio mais. Eu perdi o contato com o mundo e a capacidade de amar as vozes. Eu me sinto bem em estar sozinha, comer o que eu quero, fazer o que eu quero, sem pedir licença e desculpas a ninguém, eu estou construindo um ...

Meu universo paralelo

Eu já não sei mais quem culpar, eu já não sei se eu to inventando. Eu estou pulando de um precipício e o meu único medo é de não haver música e palavras por lá. Eu estou cortando os vínculos ao pouco, me afastando do carinho, dos abraços e dos beijos. Me deixando cada vez mais sozinha e me negando cada vez ao amor. Eu cheguei num ponto onde nenhum eu te amo é mais verdadeiro, eu perdi a capacidade de amar, eu sinto que eu estou morrendo por dentro e que tudo que existe perto da morte, é mentira, é forçado. Eu vejo as pessoas me deixando... sozinha. Mas a culpa é minha, foi eu que pedi, eu sou a culpada, eu estou errada. Eu leio livros até às quatro da manhã, durmo até meio dia, me tranco no quarto e fico a tarde na internet até que me obriguem a sair e então eu vejo TV e leio mais. Eu perdi o contato com o mundo e a capacidade de amar as vozes. Eu me sinto bem em estar sozinha, comer o que eu quero, fazer o que eu quero, sem pedir licença e desculpas a ninguém, eu estou construindo um ...

Meu universo paralelo

Eu já não sei mais quem culpar, eu já não sei se eu to inventando. Eu estou pulando de um precipício e o meu único medo é de não haver música e palavras por lá. Eu estou cortando os vínculos ao pouco, me afastando do carinho, dos abraços e dos beijos. Me deixando cada vez mais sozinha e me negando cada vez ao amor. Eu cheguei num ponto onde nenhum eu te amo é mais verdadeiro, eu perdi a capacidade de amar, eu sinto que eu estou morrendo por dentro e que tudo que existe perto da morte, é mentira, é forçado. Eu vejo as pessoas me deixando... sozinha. Mas a culpa é minha, foi eu que pedi, eu sou a culpada, eu estou errada. Eu leio livros até às quatro da manhã, durmo até meio dia, me tranco no quarto e fico a tarde na internet até que me obriguem a sair e então eu vejo TV e leio mais. Eu perdi o contato com o mundo e a capacidade de amar as vozes. Eu me sinto bem em estar sozinha, comer o que eu quero, fazer o que eu quero, sem pedir licença e desculpas a ninguém, eu estou construindo um ...

Meu universo paralelo

Eu já não sei mais quem culpar, eu já não sei se eu to inventando. Eu estou pulando de um precipício e o meu único medo é de não haver música e palavras por lá. Eu estou cortando os vínculos ao pouco, me afastando do carinho, dos abraços e dos beijos. Me deixando cada vez mais sozinha e me negando cada vez ao amor. Eu cheguei num ponto onde nenhum eu te amo é mais verdadeiro, eu perdi a capacidade de amar, eu sinto que eu estou morrendo por dentro e que tudo que existe perto da morte, é mentira, é forçado. Eu vejo as pessoas me deixando... sozinha. Mas a culpa é minha, foi eu que pedi, eu sou a culpada, eu estou errada. Eu leio livros até às quatro da manhã, durmo até meio dia, me tranco no quarto e fico a tarde na internet até que me obriguem a sair e então eu vejo TV e leio mais. Eu perdi o contato com o mundo e a capacidade de amar as vozes. Eu me sinto bem em estar sozinha, comer o que eu quero, fazer o que eu quero, sem pedir licença e desculpas a ninguém, eu estou construindo um...

Tudo outra vez

Esse não é um daqueles momentos da vida onde se acorda feliz e diz: Hoje vou viver tudo outra vez. Não. Esse é um daqueles dias onde você acorda e diz: Vão me forçar a reviver tudo, outra vez. Outro ano. Minha cabeça dói, eu a jogo para trás junto com o corpo. Caio na cama e fecho meus olhos, dedico a minha atenção a mente e tento entender o motivo. Uma única pergunta: Por quê? Não, não soa justo. Me apoio com os braços, abro os olhos e chega a hora da balança. Será que vale a pena? Não. Nunca vale. Acordar seis horas da manhã, colocar aquela roupa ridícula que te deixa num formato de barril nada interessante, calçar aquele tênis lindo {quem olha o tênis quando você está usando aquela roupa? Qual é!}, arrumar aquele seu cabelo indeciso com aquele seu jeito indeciso {o cabelo nem é liso e nem cacheado, você não sabe se amarra o cabelo, se coloca uma fivela ou se deixa solto}, você decide se tem tempo ou não para dar uma arrumada na cara: Não. Pega uma bolsa com uns oito livros dentro e...

Apostar pra ver

Eu nunca tive muita esperança nas pessoas. Eu sempre tive esperanças em mim. Acreditar em mim, para que um dia eu possa dar esperança aos outros. Eu acho que se todos fizerem isso, o mundo vai descobrir a verdadeira esperança. Acreditar demais nos outros, ter esperança de que as pessoas mudem, de que o mundo mude, apostar todas as fichas em uma ação de alguém que se ama é querer sofrer por eles não atingirem as nossas expectativas. Somos humanos e fazemos o mesmo. Quem nunca soube que tinham expectativas em torno de si e se sentiu a pior pessoa do mundo por não atingi-las? Todos já se sentiram assim alguma vez na vida. Mas isso não te faz perder a esperança, apenas meche com a esperança de quem apostou em você. Você ainda espera que haja uma oura chance. E vai haver. Mas quando se aposta em si mesma, quando você tem certeza de que vai atingir aquele objetivo e fracassa aí sim... Você fica com a esperança ferida. Você apostou que conseguiria, você tinha esperanças de ser a melhor e tud...

O seco

Eu sinto a minha boca seca, desgosto. Eu sinto a garganta seca, desespero. Eu sinto meus olhos secos, não há mais lágrimas. O coração antes de todos foi o que secou primeiro, a dor corroeu meu corpo, eu finalmente morri por inteiro. Eu não agüento ser de pedaços, já nem sei por onde começar a juntar todos os pedaços de mim, já nem sei se posso ser uma só novamente. Só me restam meus pedaços, perguntas mal respondidas e sorrisos que não eram para mim. Não me contento com os restos, eu quero me sentir inteira e verdadeira por um único minuto na vida. Eu quero olhar no espelho e ver que eu superei o passado, sei viver o presente e não vou mais estar completamente morta no futuro. Eu quero ganhar um motivo para sorrir por inteiro, eu quero ser amada por inteiro, eu quero me jogar em todas as emoções por inteiro, a minha vida toda eu vivi em pedaços de pensamentos e cautela, eu quero quebrar as regras e acabar com todas elas. E não adianta que por mais que as lágrimas acabem, ela volta e m...

Demora

Cara, acorda. Vem cá, me dá um abraço, não vê, tá na cara! Não é possível isso... O que? A nossa história continua em branco? Folhas e folhas de papel em branco sem sequer uma linha de saudade? O que é isso, nem amizade? Eu só te peço qualquer coisa e você faz essa cara de quem não está com vontade! Tanto tempo e nada, você sabe que são mais de 700 dias de espera? Tantos abraços, indiretas, tanta gente sabe e você nem para ficar um pouquinho mais alerta? Eu te quero sempre perto, eu te chamei para ser meu par, eu te queria do meu lado, você não quis. Eu disfarço que odeio quando as meninas chegam perto? E daí que eu não disfarço? Se você não sabe ler a plaquinha na minha testa, quem dirá se eu fosse sutil, eu amo seu cheiro, disse isso? FOCO! São horas de espera diária, é ansiedade e o medo e tudo o que eu ganho em troca é a frustação. Você é um idiot de não ver e eu sou duas vezes idiota por te querer, uma única linha de saudade torta, apenas isso e seria suficiente. Um pouco de ca...

Um feliz último dia do ano

“Morreu aqui”, uma frase incomum de se ouvir no meio de uma música calma e tranqüila, como é de fato “Linhas Tortas” do Diwali. E ao levantar os olhos, uma figura só, e apesar de só uma é difícil saber para qual direção olhar. “Calma!” Foi a segunda sentença de voz humana que se fez ouvir, alta, trêmula. Moreno, com mais ou menos um e oitenta de altura, blusa vermelha com detalhe branco, uma bermuda branca com bege e um par surrado de chinelas havaianas, ah ué, eu devo estar maluca de fazer todo esse drama por um cara normal, como qualquer outro, certo? Bom, no momento que você realmente levanta os olhos num único impulso e percorre a extensão do braço com os olhos, surpresa: uma arma, uma pequena palavra de quatro letras, duas delas são até mesmo repetidas e isso não faz a menor diferença, preta de um caninho bem pequeno, eu nem mesmo sonho em saber o modelo, estou longe de ser PHD nesse assunto, talvez em termos jurídicos, mas não em armas. Se era de brinquedo ou de verdade? Mas com...